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Copa do Mundo: celular e e-commerce viram o “shopping oficial” dos torcedores (e os vídeos curtos lideram a jornada)
Na Copa do Mundo, a jornada de compra é cada vez mais mobile: 82% dos consumidores pretendem comprar pelo smartphone, e vídeos curtos já influenciam 85% na busca por ofertas. Veja os principais insights e como marcas podem se preparar para converter no e-commerce durante o evento.
A Copa do Mundo não movimenta só a audiência: ela acelera a intenção de compra e muda o jeito como as pessoas descobrem e escolhem produtos. Uma pesquisa da Rakuten Advertising aponta que vídeos curtos se consolidaram como o principal gatilho de consumo no período, influenciando 85% dos consumidores em busca de ofertas. E o dado que confirma a virada de comportamento: 82% das pessoas pretendem realizar buscas e compras pelo smartphone durante o evento.
O recado para marcas, varejistas e parceiros de performance é claro: a Copa tende a ser uma experiência de compra mobile-first, impulsionada por conteúdo rápido e por uma jornada cada vez mais direta entre descoberta e conversão.
O smartphone como “ponto de venda” principal durante a Copa
O celular deixou de ser um segundo dispositivo e passou a concentrar a jornada completa — da inspiração ao checkout. Com 82% dos consumidores planejando comprar via mobile, a performance durante a Copa depende de uma experiência otimizada para telas pequenas, incluindo:
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Velocidade de carregamento (principalmente em páginas de campanha e produto)
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Navegação simples (categorias, filtros, busca interna eficiente)
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Checkout sem fricção (menos etapas, pagamento facilitado, autofill)
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Páginas e criativos pensados para vertical (experiência “thumb-friendly”)
Se a compra acontece no celular, toda a operação de aquisição e conversão precisa acompanhar — do formato do conteúdo ao pós-clique.
Vídeos curtos: o maior gatilho de atenção e descoberta (85%)
A pesquisa indica que 85% dos consumidores são impactados por vídeos curtos ao buscar ofertas, reforçando o papel do Social Commerce na Copa. Formatos como Reels, Shorts e TikTok não são apenas awareness: eles funcionam como “vitrine” e motor de descoberta, encurtando o caminho entre interesse e compra.
Na prática, isso favorece estratégias com:
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Conteúdo nativo e ágil, com foco em benefício e demonstração rápida
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Oferta clara e imediata (cupom, desconto, frete, bundle, “edição Copa”)
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Linkagem e rastreamento consistentes (para mensurar o impacto real)
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Parcerias com creators e publishers para ganhar escala com credibilidade
Maior propensão a gastar: Copa como acelerador do e-commerce
Além do “onde” (mobile) e do “como” (vídeos curtos), o estudo também sinaliza um “quanto”: 73% dos brasileiros planejam aumentar os gastos online durante o período, e 30% estão dispostos a gastar muito mais do que o habitual. Ao mesmo tempo, apenas 9% dizem não pretender consumir motivados pela competição.
Isso sugere uma janela relevante para:
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Campanhas de conversão com urgência (estoque, prazo, calendário de jogos)
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Curadoria de produtos por ocasião (kits, itens temáticos, “watch party”)
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Estratégias de remarketing alinhadas a picos de atenção (pré e pós-jogo)
Checklist rápido: como se preparar para converter na Copa
Para capturar demanda no ritmo do evento, vale revisar estas frentes:
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Mobile primeiro: landing pages leves, checkout rápido e boas práticas de UX
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Conteúdo que vende: vídeos curtos com prova/benefício e CTA objetivo
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Oferta e incentivo: cupom, cashback, frete, combos e condições claras
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Parcerias de performance: publishers e creators com tracking e governança
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Mensuração: links rastreáveis e leitura por canal/formato (não só last-click)
A Copa do Mundo tende a consolidar um cenário em que o e-commerce é protagonista, o celular vira o principal canal de compra e os vídeos curtos comandam a descoberta. Quem alinhar conteúdo, experiência mobile e estratégia de performance com mensuração consistente sai na frente para transformar audiência em vendas. Quer saber mais sobre as tendências para a Copa? Baixe aqui o nosso relatório na íntegra!